terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Decore seu lar com as tendencias de 2018.


Dizem que o ano começa apenas depois do carnaval no Brasil. Então, conheça as tendências em decoração para 2018

Acabamentos, móveis, formas, cores, materiais, texturas e adornos. Tudo para renovar e dar um toque especial à cas


Projeto das arquitetas Flaviane Pereira Rezende e Márcia Coimbra, sócias no escritório Ágille Arquitetura: cores neutras, calmas e sóbrias inspiram tranquilidade e segurança  - Gustavo Xavier/DivulgaçãoProjeto das arquitetas Flaviane Pereira Rezende e Márcia Coimbra, sócias no escritório Ágille Arquitetura: cores neutras, calmas e sóbrias inspiram tranquilidade e segurança

O novo ano já escancarou as portas e a arquitetura e a decoração pedem passagem, se ajustando conforme o que estará em voga em 2018. A moda para a casa na virada do calendário está quentinha, saindo do forno para quem quiser degustar as novidades que vêm por aí. Nos acabamentos, nos móveis, nas formas, nas cores, nos materiais, nas texturas e nos adornos, tudo se oferece para renovar o lar seguindo as tendências da temporada. De uma maneira geral, a direção a tomar é uma só: a pretensão pelo aconchego, pelo bem-estar e pelo que aparece do íntimo, sobressaindo as composições sem exageros. 

Harmonização de Flaviane Pereira e Márcia Coimbra aposta no tom monocromático e em materiais descolados para garantir aconchego - Osvaldo Castro/DivulgaçãoHarmonização de Flaviane Pereira e Márcia Coimbra aposta no tom monocromático e em materiais descolados para garantir aconchego

O que for natural, feito à mão, é ainda mais valorizado. Em uma época em que tudo é muito moderno e industrial, a simplicidade aflora e ainda respira. Os curiosos de plantão podem relaxar e deixar de lado a ansiedade. Profissionais antecipam o que de bom está disponível para dar um toque especial na morada, percorrendo os caminhos recém delineados no segmento. 

Os rumos do setor são pautados pelo comportamento e pelos hábitos sociais, sejam eles intelectuais ou artísticos, pontuam as arquitetas Flaviane Pereira Rezende e Márcia Coimbra, sócias no escritório Ágille Arquitetura. Para abrir o período, elas identificam a mistura entre o intimismo e o minimalismo como em alta no design de interiores. "Essas características refletem um momento de procura pelo descomplicado e por ambientes que remetam a acolhimento, saudosismo, observando a individualidade de cada um", afirmam. 

No projeto de Carmen Calixto, a tendência "comfort zone" dita um mobiliário com design arredondado para 2018


Neste ponto, cores neutras, sóbrias e calmas, em tons pastéis, surgem à cena, inspirando tranquilidade, estabilidade e segurança - ao contrário de 2017, que destacou tonalidades vibrantes, como o verde Greenery, o marcante cinza chumbo, além do delicado rosa Millenial, apostas da Pantone então. As protagonistas agora na passarela da decoração se encaixam nos projetos principalmente considerando uma época de constantes e rápidas mudanças. "Essas matizes não são definidas por modismos. As consideramos atemporais", descrevem. 

SATURAÇÃO

Em outra proposta de Carmen Calixto, a presença da madeira, na marcenaria e móveis, e os quadros com fotos de árvore e flor levam um pouco da natureza para o lar - Henrique Queiroga/DivulgaçãoEm outra proposta de Carmen Calixto, a presença da madeira, na marcenaria e móveis, e os quadros com fotos de árvore e flor levam um pouco da natureza para o lar

Ao longo do ano passado, na verdade, Flaviane e Márcia explicam que já era observada uma saturação das cores da moda e, antes mesmo de 2017 acabar, o olhar se voltava para novas escolhas. "2018 será o ano dos tons inexatos como o cinza rosado, que muda de nuances de acordo com a iluminação do ambiente, ou o verde azulado. Eles trazem a ideia divertida de que nem tudo que parece é. A tradução dessas colorações que brincam com o nosso inconsciente quer nos dizer que estamos em constantes transformações e a decoração também. Sua aplicação permanecerá em móveis, paredes, tecidos, tapetes e adornos. Não teremos apenas uma cor, mas uma gama de possibilidades não rotuladas, a mistura de nuances: cinza com rosa, verde, azul e amarelo", citam as sócias da Ágille. 

"O rosa continua ganhando espaço como uma referência ao nude, e se harmoniza perfeitamente aos tons terrosos, a paleta da vez", concorda a designer de interiores Melina Mundim. "Os acabamentos pastéis permanecem intensos e os metálicos vêm sendo substituídos pelas ferragens pretas. O furta-cor nasce aos poucos e promete ser uma sólida tendência. Percebermos também a presença da clássica dupla preto e branco" acrescenta a arquiteta Carmem Calixto. 

Carmem Calixto apresenta cachepôs e suportes em contornos interessantes  - Henrique Queiroga/DivulgaçãoCarmem Calixto apresenta cachepôs e suportes em contornos interessantes

Na era do design industrial, continuam Flaviane e Márcia, quando tudo pode ser reproduzido e as releituras pipocam nas propostas de decoração, a exigência por relações verdadeiras cresce, na medida em que o lar pede o que é mais natural e original, com elementos que podem ser vividos com o tato. Nesse cenário, a madeira reaparece carregada de memórias afetivas, e por isso é outra jogada certa para 2018. "A preferência dessa geração tão moderna e conectada é valorizar tudo o que não tem código de barras. Tramas tecidas artesanalmente continuarão roubando as atenções. A expressão 'com cara de casa de vó' 'vai ditar muitos aspectos na hora de optar por adornos, tapetes e cerâmicas, por exemplo. Este é um comportamento recente da sociedade, na ânsia pelo o que é real e duradouro", salientam as arquitetas. 

Grafismos e geometria, combinados com cores suaves, aparecem na obra de Carmem Calixto - Henrique Queiroga/DivulgaçãoGrafismos e geometria, combinados com cores suaves, aparecem na obra de Carmem Calixto

A premissa do 'menos é mais' também está impressa na decoração para 2018. A predileção é por móveis funcionais e expressivos, que sejam objetos de destaque, fazendo emergir curvas atraentes e sinuosas. A negativa para ambientes cheios de mobília, parecendo vitrines, é mais uma toada. Demandas específicas que denotem o estilo de vida do morador, como ter um barzinho, uma bancada para a cozinha, um aparador ou elementos artísticos, vêm à tona. Os tapetes vão roubar lugar no palco por incorporarem quase todas as tendências. "Eles vão misturar formas geométricas, texturas, relevos, tramas e cores, tornando-se obras de arte cheias de personalidade”, afirmam Flaviane e Márcia. 

Iluminação suave e tonalidades complementares conferem harmonia no quarto assinado por Melina Mundim - Rodrigo Tozzi/DivulgaçãoIluminação suave e tonalidades complementares conferem harmonia no quarto assinado por Melina Mundim

"O minimalismo está em alta. A rotina contemporânea, com mais liberdade que antes, também influencia nas opções pelo desenho de produtos, que anda lado a lado com a moda e a decoração", dizem as profissionais da Ágille. Presente em estampas de tecidos, almofadas, roupas de cama, papel de parede, espelhos, tapetes, móveis e enfeites, a geometria recebe papel de personagem principal, ressaltam. "A volumetria da parte frontal de residências e edifícios comerciais são a prova disso. Grandes arranha céus ganham peles de vidro como o único elemento da fachada". 

ESTILOS E GOSTOS

Peças com design arrojado são mais uma pegada do projeto de Melina Mundim - Rodrigo Tozzi/DivulgaçãoPeças com design arrojado são mais uma pegada do projeto de Melina Mundim

Os itens que recebem expressividade em 2018 são diversificados e abrem oportunidades infinitas de escolha para os mais diferentes estilos e gostos, lembra a arquiteta Carmen Calixto. Já apresentada em importantes feiras e mostras do ramo em outros países, como a Itália, a chamada confort zone dá as caras. Com ela, texturas e toques, móveis orgânicos e tecidos suaves como o veludo (em assentos de poltronas, cadeiras, sofás, cabeceiras e almofadas) abrem paralelo a tapetes sempre mais elaborados, em variadas tessituras e estampas. 

Projeto da designer de interiores Melina Mundim: composição das nuances e móveis proporciona ambiente aconchegante - Rodrigo Tozzi/DivulgaçãoProjeto da designer de interiores Melina Mundim: composição das nuances e móveis proporciona ambiente aconchegante

A arquiteta não se esquece de mencionar a onda da floresta urbana, em que figuras de flores e plantas despontam em quadros, tecidos e móveis. "Percebemos a valorização do uso do verde dentro de casa, com cachepôs e suportes em contornos interessantes", descreve. No panorama mundial em que tudo é muito artificial e tecnológico, estar próximo da natureza vem se tornando indispensável para relaxar frente a um dia a dia tão atribulado. Por isso, plantas (naturais ou não) e objetos que se conectem à natureza, com materiais e tramas autênticos, aparecerão muito nos projetos, explica Carmen. 

Na composição de Melina Mundim, o uso do verde dentro de casa  - Rodrigo Tozzi/DivulgaçãoNa composição de Melina Mundim, o uso do verde dentro de casa

Mármores ressurgem em múltiplas peças, entre adornos e mobília. Rattan, vime e cerâmica também se lançam com potência. "O importante é levar em consideração o jeito da pessoa e escolher as tendências com as quais ela se identifica mais. Novos enfeites, quadros, plantas e almofadas já podem dar frescor aos velhos ambientes, deixando-os atuais", ensina Carmem. Em uma época em que as pessoas passam muito tempo na rua, o lar se tornou um refúgio, acrescenta a arquiteta. "É onde podemos relaxar e nos conectar com nossa essência. As pessoas têm se interessado em ter um espaço agradável e que reflita sua identidade", diz. 

Composição de Melina Mundim: o rosa continua na paleta para 2018 - Rodrigo Tozzi/DivulgaçãoComposição de Melina Mundim: o rosa continua na paleta para 2018
Sejam com acabamento em metal, plástico ou vidro, os objetos ganham brilho em 2018, cita Melina Mundim. Por sua vez, lembra, o orgânico e o artesanal chegaram para ficar e dão novas faces a louças, objetos e outros artigos decorativos. Além dos tapetes, continua, as tramas naturais repaginam luminárias e peças de arte. Para Melina, o design de interiores deixou no canto o mero papel de embelezar o lar e ganhou status de uma atividade que o faz prático, ao mesmo tempo que confortável, acolhedor e bonito. "Não é apenas luxo. Agora se tornou necessidade. A decoração toma cada vez mais significado. As pessoas têm optado em receber e utilizar a casa, ao invés de estar sempre fora. Muitos trabalham em domicílio, inclusive, e necessitam de um espaço que una comodidade e funcionalidade", diz Melina. 

A rotina vai se alterando constantemente, segue a designer, e a cada mudança a morada precisa se adaptar também. "Para que esses processos possam ser facilitados, elementos como almofadas, mantas e adornos podem ser modificados para ter a casa com aparência de nova. As tendências não buscam um estilo de decoração. Nós é que devemos adaptá-las aos nossos hábitos, com estilo próprio", finaliza.

lores e objetos que mexem com a memória afetiva são a opção de Melina Mundim nesses projetos


Fonte: Imovelweb
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